Testemunho

Meu nome é Raquel Martoni, tenho 49 anos, quatro filhos e sou divorciada.
Comecei a fumar com apenas 12 anos. Naquela época era moda fumar.
Fiquei nesse vício do cigarro por mais de 30 anos.
Isso acarretou em minha vida duas ulceras na perna esquerda, que faziam minhas pernas incharem muito e me davam muita dor.
Quando eu frequentava os encontros do Grupo de Oração na Igreja do bairro do Loreto, fui convidada a frequentar o Grupo de Oração daqui da Igreja de São Judas Tadeu.
Então comecei a frequentar o Grupo de Oração daqui, mas não tinha o hábito de participar da Santa Missa.
Eu sempre ouvia nas pregações do Grupo de Oração a importância de participar da Santa Missa, de receber a Sagrada Eucaristia e de se fazer uma boa confissão. Eu pedia muito a graça de me libertar do vício do cigarro e da cura das minhas ulceras, mas faltava o mais importante.
Os pregadores do grupo insistiam; “Sem Missa e Eucaristia não tem cura”.
Então resolvi, fiz uma boa confissão, iniciei a participação na Santa Missa, nas quartas feiras, celebradas pelo Padre Pricilio, sempre recebendo a Eucaristia.
Depois de 08 meses alcancei a graça, fiquei liberta do cigarro!
Hoje não fumo mais. Frequento o Grupo de Oração e principalmente a Santa Missa e faço parte da Pastoral da Acolhida.
Agradeço primeiro a Deus que me ama e me curou e também a todos do Grupo de Oração que intercederam por mim e me conduziram a Jesus Eucarístico.

Santa Maria, Mãe de Deus

Muitos nos criticam quando rezamos a segunda parte da Ave-Maria  “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós”-, que está no Evangelho, dizendo tratar-se de uma invenção da Igreja.
Vejamos: no ano 430, em Constantinopla, surgiu uma heresia por parte de um bispo patriarca chamado  Nestório.  Ele negava que Maria seria a Mãe de Deus, mas apenas a mãe do homem Jesus, separando a natureza divina e a natureza humana de Jesus, como se fossem duas pessoas distintas: o Jesus homem e o Jesus Deus.  A teologia católica sempre defendeu duas naturezas, a humana e a divina, na pessoa única de Jesus.  A Igreja sempre ensinou que o Filho de Deus assumiu a natureza humana no ventre de Maria, por obra do Espírito Santo, e o Deus feito homem nos salvou.
A ideia espalhada de que Maria era mãe de Jesus homem e não do Filho de Deus foi tão grave que, no ano 431, a Igreja se reuniu para o Concílio de Éfeso, hoje na Turquia, local onde São João morou com Nossa Senhora numa casa ainda existente.
Discutiram muito, oraram, pediram luzes ao Espírito Santo, foram à Palavra, ao ensino dos apóstolos e, por fim, a Igreja chegou a uma conclusão: o Filho de Deus se fez homem.  São duas naturezas, a humana e a divina, mas numa única pessoa.  E Maria, portanto, é a mãe dessa pessoa que é Deus e homem.
O Concílio de Éfeso proclamou solenemente que Maria é Hagios Theotókos, em grego “Santa Mãe de Deus”; e o povo aplaudiu, pois desde o primeiro século os cristãos já rezavam a bela oração: ”Debaixo da vossa proteção nos refugiamos, ó Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas necessidades, ó Virgem gloriosa e bendita!”
Ao ser lida a bula de proclamação dessa verdade, o Papa, que estava à espera da decisão dos bispos, se pôs de joelhos no chão e disse, numa exclamação que veio de dentro do seu coração: ”Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, os pecadores [porque estavam duvidando dela], agora e na hora de nossa morte”, e toda a assembleia pronunciou: ”Amém!” Naquela noite, os religiosos ali reunidos saíram em procissão com tochas, velas, cantando e orando para que todos soubessem a verdade.  “Quem é esta que avança como a aurora, formosa como a lua, brilhante como o sol, temível como um exército em ordem de batalha? Esta é a Maria, a mãe de Jesus e a nossa mãe”.

Trechos do livro: ”Caminho para a Santidade” de  Mons. Jonas Abib.

Mensagem de Natal

O que é o tempo, senão uma sucessão de acontecimentos?           
Momentos  promissores para se pensar em construir a paz entre povos e nações?
Mas, para que as sementes de paz germinem em toda a terra, é necessário encontrar semeadores de boa vontade, terreno cultivável onde a justiça se desenvolva num clima que favoreça o eqüitativo crescimento de todos.
Portanto, é urgente se pensar na humanização dos povos e nações, no respeito às diversidade étnicas, costumes e crenças.
No estabelecimento de uma nova ordem mundial, fundamentada na compreensão e valorização dos seres humanos.
Como falar de paz quando se vive num mundo que promove a guerra, que mutila e mata, que gera ódio e vinganças, que cria massa de gente faminta, de pobres esfarrapados, crianças assustadas, pessoas tristes, sem perspectiva de um futuro melhor?
Neste panorama quase sem esperança, sente-se, porém, que um novo mundo está surgindo.
E como aurora de paz renasce a solidariedade e a partilha do amor entre os diferentes povos.
É a paz que nasce dos escombros da guerra!
É o novo tempo de construir o que foi destruído!
É o convite para todos se unirem num mutirão de paz!
Vamos dar as mãos para ajudar aqueles que engrandecem a existência humana.
Para nós, Cristãos, o que importa  é o que nos aproxima do Natal,  é pensar na caridade, no fazer o bem  e amar como Jesus pede. Que Deus nos ilumine neste natal, nossa Paróquia e nossas Comunidades, e que passemos um bom Natal em Cristo e um feliz Ano Novo.

Eder Muller

"GAUDIUM MATER ECCLESIAE” (ALEGRA-TE, MÃE IGREJA)


No ano de 2012 a Igreja Católica comemora 50 anos da convocação do Concílio Vaticano II, o qual aconteceu com a promulgação da Constituição Apostólica Humane Salutis (Saúde Humana). Neste documento o Santo Padre fez um breve resumo das situações políticas, sociais, culturais e, sobretudo, religiosas, que motivaram a convocação do concílio, afirmando que “embora a Igreja não tenha a finalidade diretamente terrestre, ela não pode se desinteressar, no seu caminho, dos problemas e dos trabalhos de cá de baixo”. Meio século se passou, porém, muitos problemas apresentados pelo Papa continuam presentes na sociedade. A HumaneSalutis apresenta as principais razões que motivaram João XXIII a convocar o concílio. Estas se fundamentam principalmente na grave crise da sociedade da época, pois ao mesmo tempo em que se via na sociedade um grande progresso material, o mundo encontrava-se em uma profunda decadência moral, gerando uma crise de valores, os homens já não ansiavam pelos valores celestes, estavam enfraquecidos diante do impulso aos gozos terrenos. Sendo urgente, portanto, resgatar os valores cristãos de forma a possibilitar ao homem a salvação.
A Igreja, sendo a voz mais autorizada, intérprete e defensora da ordem moral, uma das grandes reivindicadoras dos direitos e dos deveres de todos os seres humanos e de todas as comunidades políticas, chamou para si a responsabilidade de manifestar seu apostolado, contribuindo na solução dos problemas da maternidade, a partir de um novo CONCÍLIO ECUMÊNICO.
O Concílio Vaticano II, nas palavras do beato João XXIII, foi convocado para“oferecer uma possibilidade de suscitar, em todos os homens, pensamentos e propósitos de paz: provenientes das realidades espirituais e sobrenaturais da inteligência e da consciência humana, iluminadas e guiadas por deus, criador e redentor da humanidade”.
Os frutos do Concílio Vaticano II são diversos, o certo é que essas palavras dirigidas a nós há 50 anos continuam vivas no coração da Igreja e dos fiéis. Hoje, diante da “ditadura do relativismo” expressão criada pelo Papa Bento XVI  todos são chamados a mergulhar nos documentos do Concílio, para oferecer ao mundo diretrizes acertadas na promoção da dignidade dos homens.
Jhonatan Kaio de Melo
Seminarista do 2º ano de Filosofia da Diocese de Limeira

CATECRIANDO 2012

No dia 24 de novembro aconteceu, no caminhão de show localizada na rua da Igreja, o 8º Catecriando: evento de encerramento da catequese que tem como objetivo a evangelização.
Com o tema “Família do século XXI”, houve a apresentação de teatros, danças e orações, preparados pelos catequistas, catequizandos e agentes de pastorais da comunidade.
Pudemos contar com a participação da Pastoral da Juventude da Paróquia São Judas Tadeu e fomos animados com o som das Bandas “Missão Lord” e “Discipulos Pacis”.
Com uma mini quermesse, proporcionamos a todos os participantes, um ambiente familiar muito agradável.
Agradecemos imensamente os membros da comunidade que se esforçaram para que o evento se concretizasse; àqueles que contribuíram com seus dons abrilhantando nossa festa, a todos os participantes e ... rumo ao 9º ano do Catecriando!

ITENSIFICAR A FÉ E FAZER BRILHAR A LUZ DE CRISTO!

 "O Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo." (papa Bento XVI).
Para a Igreja Católica Apostólica Romana, presente no mundo, o ano de 2012 é muito importante e significativo por duas comemorações especiais. Neste ano celebramos os cinquenta anos de abertura do Concílio Vaticano II e também os vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica.
O Concílio surgiu de uma necessidade de renovação e mudança de foco no olhar da Igreja. Surgiu, também, a partir de grandes indagações e foi uma forma da Igreja ouvir a humanidade para poder formular respostas a tantas questões. À medida que ia se aprofundando no conhecimento de Jesus Cristo irradiava sua luz à toda humanidade.
Da mesma forma o Catecismo, publicado há 20 anos, sobressai a riqueza da doutrina da Igreja desenvolvendo os grandes temas de nossa fé até chegar aos temas diários, levando, assim, respostas ao povo e deixando mais explícita a fé e os ensinamentos da Igreja.
Nesse contexto, o papa Bento XVI proclamou neste ano o "Ano da Fé", aberto em 11 de outubro e que se encerrará em 24 de novembro de 2013, na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo. Ainda como consequência dessas comemorações e da abertura do "Ano da Fé", o papa convocou uma Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos, tendo por tema: "A nova evangelização para a transmissão da fé cristã", para que possa haver um grande e dedicado tempo de reflexão e redescoberta da fé por todos, inclusive pelos bispos. O "Ano da Fé" foi proclamado através da Carta Apostólica PORTA FIDEI (Porta da Fé), que traz as orientações e o grande pedido do papa para toda a Igreja.
O convite para celebrarmos o "Ano da Fé" se baseia numa autêntica e renovada conversão ao seguimento de Jesus Cristo. Ao mesmo tempo, somos chamados a fazer brilhar no mundo a luz de Cristo através de nossa fé, testemunhando com nossos atos o Evangelho de Jesus. Só é possível cruzar a "porta da fé" quando ouvimos a Palavra do Senhor e deixamos nossos corações se encherem da graça salvadora.
Nossa vida de fé, iniciada pelo Batismo, nos leva a um comprometimento com os irmãos e irmãs que durará por toda a vida. Somos convidados, também, a redescobrir os conteúdos da fé professada, celebrada e vivida, sabendo que o ato de crer é um compromisso que cada cristão deve assumir no dia-a-dia, especialmente neste ano. A Profissão de Fé recorda o compromisso assumido no dia do nosso Batismo, por isso o Credo tem real importância na vida do cristão.
Fazendo brilhar a Luz de Cristo no mundo através de nossos atos, somos convidados a fazer tudo pelo amor, pois o amor nos motiva para uma fé sólida e firme. Como nos exorta São Paulo, a "fé, que atua pelo amor" (Gl 5,6) e pelo amor somos capazes de reconhecer Cristo nos irmãos, especialmente nos mais necessitados. Este ano é, portanto, um convite para fortalecermos a nossa fé, intensificando a reflexão sobre ela, a fim de redescobrirmos seus principais fundamentos. Durante este ano somos convidados a fixar os olhos em Cristo, o grande autor da fé, para que dele nos venha a inspiração e a perseverança necessárias.
A caridade nos chama a intensificar nosso testemunho, pois a fé se manifesta nas obras e, para isso, é necessário a realização dessa "ação dupla" para que ambas não sejam mortas.
Por meio do encontro com Jesus nos sacramentos, especialmente na Eucaristia, vamos, no decorrer deste ano, fortificando a fé e realizando o grande apelo: tornarmos-nos um sinal visível do Cristo Ressuscitado em nossas comunidades e no mundo. É preciso que o cristão por onde passe irradie luz e faça com que o Cristo seja conhecido e anunciado. Dediquemos, portanto, neste ano, uma especial atenção à nossa fé e à sua vivência; que tenhamos momentos de reflexão pessoal e em grupos sobre esse fundamento da nossa vida de cristãos; manifestemos através de nossos atos aquilo que expressamos pela fé.
Confiantes no Cristo que venceu o mal, enquanto peregrinos nesta terra, continuemos caminhando ao seu encontro!
Jhonatan Kaio de Melo
Seminarista do 2º ano de Filosofia da Diocese de Limeira

Testemunho

No dia 14 de Julho do ano passado, passei pela ginecologista e através de um exame ela detectou algumas feridas em meu útero. Disse então que poderia ser uma bactéria e receitou um medicamento. Após utilizá-lo deveria voltar ao consultório, caso não sumisse a ferida teriamos que mudar o tratamento. Saí do consultório desesperada, fiquei com muito medo e comecei a pedir a Deus todos os dias que cuidasse dessa ferida e que não fosse nada grave.
Foi quando, através do Grupo de Jovens da Comunidade Vida Nova, fiquei sabendo do Despertai, um acampamento que acontece todo ano. Me inscrevi e não imaginava o que Deus havia preparado para mim nesse encontro.
Jesus já começou a falar comigo na sexta-feira a noite através de um teatro, que me mostrou as inúmeras vezes que eu, como os soldados que crucificaram Jesus, o agredi. A partir daquele momento já comecei a me entregar, e a acreditar cada vez mais em sua misericórdia. Foi nesse momento que eu comecei a pedir pela ferida, dizia a ele que tinha medo mas que acreditava que Ele não me desamparia nunca.
No sabádo a noite tivemos adoração ao santíssimo, onde foi colocada a âmbula com o Corpo de Cristo e todos faziam seus agradecimentos, pedidos, orações e adorações. Eu me ajoelhei diante Dele, toquei e lhe pedi: "Cuida da minha ferida Jesus, que não seja nada de grave". Voltei ao meu lugar e me ajoelhei, foi quando me deu vontade de ir ao banheiro, me levantei e fui. Chegando lá me assustei, pois havia descido para mim, mas ainda não era o dia de descer, faziam 3 anos que eu tomava anticoncepcional e sempre foi regulada a minha menstruação. Achei estranho e não imaginava que Jesus já havia agido.
Foi no domingo de manhã que Ele respondeu todas as minhas perguntas. O pregador Vilmar profetizou várias curas e uma delas foi a minha. Ele disse, exatamente dessa maneira, não tem como esquecer:
" Há uma menina aqui, que teve um fluxo de sangue, não era para ter descido para ela, mas desceu porém, não é menstruação, essa mancha é a sua cura. Ela não sabia, mas ela foi curada de um cancer em seu útero. O mesmo Espírito Santo que ressuscitou Jesus Cristo a curou. E essa menina trará muitos filhos para o Reino de Deus".
Na hora eu fiquei surpresa e não me lembrei da mancha. Em seguida começou a oração do Espírito Santo, ai comecei a falar com Jesus: "Senhor será que sou eu? Me dá um sinal, se for eu, por favor, que venha alguem orar em mim", eu terminei de dizer "em mim" o Vilmar deu o primeiro passo e veio até mim e orou em mim, foi ai que eu me lembrei de tudo e tive a certeza de que era eu. Depois ele terminou a oração, voltou no seu lugar e não orou mais em ninguém, veio somente em mim, e ele me olhava, me olhava e aquele olhar não era humano, eu vi Jesus ali me olhando com todo amor.
Depois eu voltei a ginecologista, que me disse: "A ferida sumiu, pode voltar aqui só ano que vem". Tenho certeza que obtive a cura no momento em que toquei em Jesus Sacramentado.
Franciele de Andrade