Testemunho de vida - Professor Felipe Aquino
Estava eu voltando para casa de carro na Rodovia Dutra num dia de chuva intensa, o transito estava parado, meu carro estava atrás de uma carreta e eu rezava o terço mariano quando um caminhão carregado com 20 toneladas de ladrilhos bateu atrás do meu carro. O impacto foi tanto que a frente do meu carro dobrou/ergueu-se, o carro ficou totalmente destruído, os vidros todos estraçalhados e eu não sofri um arranhão.
Como Nossa Senhora cuidou de mim!
Este carro eu tinha comprado cerca de 3 meses antes do acidente e o gerente da loja me deu um adesivo do terço de Nossa Senhora dizendo que a mulher dele ouvia meu programa na rádio e pediu para me presentear com o adesivo. Eu disse que ia colocar o adesivo no vidro bem na minha frente porque queria que Nossa Senhora fosse sempre à minha frente.
Eu tinha acabado de escrever o livro “O tratado da Santíssima Virgem” e tinha consciência deque o demônio não estava feliz com isso e queria me destruir.
Na Rod. Dutra quando eu ouvi o caminhão freando e vindo sobre mim, eram 18horas, eu olhei no adesivo e gritei três vezes “Me salva Nossa Senhora! Me socorre Nossa Senhora!”.
O guarda que me tirou do veículo, eu tive que ser tirado de lá por guincho, disse “Não acredito que o Senhor está vivo!”, eu respondi “É graças a isso” e mostrei o terço de Nossa Senhora na minha mão.
Dias depois fui até a Delegacia fazer o boletim de ocorrência necessário e lá me encontrei com o motorista do caminhão que bateu no meu veículo. Ele se desculpou disse que fez de tudo para segurar o caminhão mas não conseguiu e disse que ia acionar a seguradora para tentar cobrir o estrago do meu veículo. Respondi para não se preocupar pois o importante era minha vida salva.
Tempo depois recebi uma ligação da seguradora me dizendo que tinha um cheque de R$10.000,00 em meu nome.
Fui até a concessária comprar outro carro com o cheque e achei um igualzinho ao anterior na cor azul, perguntei quanto custava, o vendedor respondeu R$10.000,00.
Comprei o carro e desta vez colei dois adesivos do terço mariano, um na frente e outro atrás do meu novo carro.
A Pastoral do NA - Narcóticos Anônimos
O que é o Programa de Narcóticos Anônimos?
Narcóticos Anônimos é uma irmandade sem fins lucrativos de homens e mulheres para quem as drogas se tornaram um problema maior.Somos adictos em recuperação, que nos reunimos regularmente para ajudarmos uns aos outros a nos mantermos limpos. Este é um programa de total abstinência de todas as drogas. Há somente um requisito para ser membro, o desejo de parar de usar.Sugerimos que você mantenha a mente aberta e dê a si mesmo uma oportunidade.Nosso programa é um conjunto de princípios escrito de uma maneira tão simples que podemos segui-los nas nossas vidas diárias.
O mais importante é que eles funcionam. NA não tem subterfúgios .Não somos filiados a nenhuma outra organização, não temos matrículas, nem taxas, não há compromissos escritos e nem promessas a fazer a ninguém. Não estamos ligados a nenhum grupo político, religiosos ou policial e, em nenhum momento, estamos sob vigilância. Qualquer pessoa pode juntar-se a nós, independente de idade, raça, identidade sexual, crença, religião ou falta de religião.
Não estamos interessados no que ou quanto você usou, quais eram seus contatos, o que fez no passado, quanto você tem ou deixa de ter; só nos interessa o que você quiser fazer a respeito do seu problema e como podemos ajudar.
O Recém -chegado é a pessoa mais importante em qualquer reunião, porque só dando podemos manter o que temos. Aprendemos com nossa experiência coletiva que aqueles (as) que continuam vindo regularmente as nossa reuniões mantêm se limpos.
Locais e grupos em Araras
Grupo Só por hoje: Rua Emilio Ferreira. 200 .Centro. Salão da igreja São Benedito
Dias,horários: terça, 20 hs; Sexta, 20 hs; Sábado, 19h:30
Grupo Paz: Avenida Presidente Castelo Branco , 280 Bairro Narciso Gomes . Igreja São Judas Tadeu
Dia e horário: segunda feira as 19:30 hs
Grupo Reviver: Av Presidente Vargas, 1240 José Ometo 2. Instituto São Francisco de Assis
Dia e horário: quarta- feira as 19:30 hs
Ligue e se informe sobre as reuniões : 0800 8886262 WWW.NA.ORG.BR
Reflexão - O Leão e o Rato
Com um bote ágil ele o pegou, e estava pronto para matá-lo, ao que o Rato suplicou:
"Ora, veja bem, se o senhor me poupasse, tenho certeza que um dia poderia retribuir sua bondade."
Apesar de rir por achar rídícula tal possibilidade, ainda assim, como não tinha nada a perder, ele resolveu libertá-lo.
Aconteceu que, pouco tempo depois, o Leão caiu numa armadilha colocada por caçadores. Assim, preso ao chão, amarrado por fortes cordas, completamente indefeso e refém do fatídico destino que certamente o aguardava, sequer podia mexer-se.
O Rato, reconhecendo seu rugido, se aproximou e roeu as cordas até deixá-lo livre. Então disse:
"O senhor riu da simples ideia de que eu seria capaz, um dia, de retribuir seu favor. Mas agora sabe, que mesmo um pequeno Rato é capaz de fazer um favor a um poderoso Leão."
Moral da historia:
Nenhum ato de gentileza é coisa vã. Não podemos julgar a importância de um favor, pela aparência do benfeitor.
A Transfiguração do Senhor
A Transfiguração, reflexão do 2º domingo da quaresma do Ano B (São Marcos), é um dos momentos mais importantes dos Evangelhos sinóticos (Mt 17,1-8; Lc 9,28-36; Mc 9,2-10), momento em que é revelado o mistério do Messias aos três discípulos escolhidos: ...Desceu uma nuvem e os encobriu. E da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu Filho amado. Escutai-o!” ... A nuvem e a luz são dois símbolos inseparáveis nas manifestações do Espírito Santo. Desde as manifestações de Deus (teofanias) do Antigo Testamento, a Nuvem, ora escura, ora luminosa, revela o Deus vivo e salvador, escondendo a transcendência de sua Glória: com Moisés sobre a montanha do Sinai, na Tenda de Reunião e durante a caminhada no deserto, com Salomão por ocasião da dedicação do Templo.
Na Transfiguração a Trindade inteira se manifesta: o Pai, na voz; o Filho, no homem; o Espírito, na nuvem clara. Jesus se transfigura no monte. Seu corpo e suas vestes adquirem novo aspecto, antecipam o corpo glorioso da ressurreição.
Os três discípulos não saberiam dizer quanto tempo viram Jesus luminoso e transformado. Certo é que foram conquistados por esse Jesus tão diferente. Deviam ter imaginado que daí por diante tudo seria diferente. Mas, daí tudo era como tinha sido antes; ali estava o Jesus de sempre. O importante é que eles estavam inteiramente transformados.
Deve ter sido maravilhosa a experiência vivida por Pedro. Queria prolongá-la para sempre, esquecer o resto do mundo, viver só nessa antecipação do céu “Mestre é bom ficarmos aqui!”. Dali a pouco, como que despertado por Jesus, percebeu que era preciso descer do monte, continuar enfrentando a realidade. O texto deste evangelho se encerra com Jesus ordenando que não contassem a ninguém o tinham visto, até que o Filho do Homem tivesse ressuscitado dos mortos. Os discípulos só vão entender o que é ressurreição depois que fizerem a experiência da cruz e do encontro com o ressuscitado. Então farão memória e poderão ir anunciar a todo o mundo. Em meio ao turbilhão do barulho e das crises do mundo moderno, também precisamos subir as montanhas e ficar com Jesus. Lá é o lugar de passagem e não de armar a nossa tenda. É o lugar onde devemos escutar e crer que Jesus é o Filho de Deus enviado ao mundo.Depois também nós, precisamos descer da montanha, enfrentar a realidade. Continuar hoje a escutar a voz do Filho que continua falando através da sua Palavra e nos fatos da vida. Por outro lado, a transfiguração é também sinal do que vai acontecer conosco. Também um dia nós seremos transfigurados, na nossa ressurreição.
“Ele vai transfigurar nosso corpo humilhado, conformando-o ao seu corpo glorioso” (Fl 3,21)
Por Isabel Ponte Pegoraro
O Sentido do Dízimo nos dias de hoje
Olhar o dízimo apenas através das necessidades financeiras da comunidade é muito pobre.É evidente que a Igreja necessita de recursos para manter-se pastoralmente ativa, mas essa necessidade deverá incluir muitos outros critérios que coloquem todo o sentido da ação da Igreja no mundo, como comunidade sinal de salvação, na perspectiva da dignidade da pessoa humana, criatura dependente de seu Criador.
“Para dar dinheiro basta tê-lo. Para devolver o dízimo é necessário fé”
Por: Pastoral do Dizimo
Como viver bem o tempo da QUARESMA
Neste tempo especial de graças que é a Quaresma, devemos aproveitar ao máximo para fazermos uma renovação espiritual em nossa vida. Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo), antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto, nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer nos ensinar como vencer as tentações de hoje. Daí surgiu a quaresma. Na quarta-feira de cinzas, quando ela começa, os sacerdotes colocam um pouquinho de cinzas na cabeça dos fiéis na Missa.
O sentido deste gesto é o de lembrar que um dia a vida termina neste mundo, "voltamos ao pó" que as cinzas lembram. Por causa do pecado, Deus disse a Adão "És pó e ao pó tu hás de tornar"(Gênesis 2,19).
Este sacramento da Igreja lembra-nos que estamos de passagem por este mundo, e que a vida de verdade, sem fim, começa depois da morte; e que portanto devemos viver em função disso.
As cinzas, humildemente, nos lembram que após a morte prestaremos contas de todos os nossos atos, e de todas as graças que recebemos de Deus nesta vida, a começar da própria vida, do tempo da saúde, dos bens, entre outras graças recebidas.
Esses quarenta dias devem ser um tempo forte de meditação, oração, jejum e esmolas (remédio contra o pecado).
É tempo para se meditar profundamente sobre a Bíblia, especialmente os evangelhos, a vida dos Santos, viver um pouco de mortificação (cortar um doce, deixar a bebida, o cigarro, passeios, churrascos, a tv, alguma diversão) com a intenção de fortalecer o espirito para que possamos vencer as fraquezas da carne.
Por: Carlos Fernandes
NATAL - A encarnação do Verbo Divino
“E a Palavra se fez homem e habitou entre nós.” (Jo 1,14)
O Mistério da Encarnação de Deus em nossa humanidade revela o imenso amor do Pai por todos os seres humanos. Deus se humilha a tal ponto de se fazer um de nós, membro da humanidade fragilizada pela dor e pela morte. Ele se fez gente como a gente!
Este imenso Mistério do amor de Deus ainda não foi compreendido, pois a grande mensagem da Encarnação é a revelação de que todo ser humano é filho/a de Deus, por isso somos todos irmãos, somos iguais, temos os mesmos direitos e a mesma herança.
Jesus de Nazaré, o Deus encarnado na história, veio do Pai e se fez um de nós, semelhante a nós em tudo, menos no pecado. E, mostrou-nos o caminho a trilhar. Ele é o Caminho que nos leva ao Pai. E em sua vida, morte e ressurreição, Jesus revela-nos que só chegaremos ao Pai, ao Reino de Deus, se amarmos de verdade o próximo, fazendo-nos próximos daqueles que estão caídos e jogados à margem do caminho da vida, da história e dos interesses econômicos.
A encarnação de Deus em Jesus é a realização plena do projeto de salvação do Pai para toda a humanidade, pois o ser humano é criado à imagem e semelhança de Deus (cf. Gn 1,26). Ele criou-nos para vivermos em comunidade, a exemplo da Trindade Santa, no amor e na unidade, respeitando e valorizando a diversidade e não usando isso para nos afastar e nos separar uns dos outros.
O Mistério da Encarnação do Verbo está intimamente ligado ao Mistério da Revelação de Deus, a Santíssima Trindade. Deus, sendo Comunidade perfeita no amor e na unidade, quer que a humanidade descubra em Jesus o caminho da perfeição no amor. Daí o mandamento novo: “Amai-vos como eu vos amei”.
O amor de Deus manifestado em Jesus, a Palavra encarnada, revela-se na doação total, na valorização da dignidade de cada ser humano, independente do sexo, cor, raça, credo etc. Somos diferentes, mas não inimigos! Somos filhos e filhas do mesmo Pai na diversidade das culturas, credos e vivências.
Viver o Mistério da Encarnação de Jesus, o Verbo do Pai, é acolher cada ser humano no amor, na gratuidade e generosidade que brotam do coração do Pai misericordioso (cf. Lc 15, 20s). Aceitar essa humilhação de Deus, é viver a humildade, a humanidade, o “húmus” do qual somos feitos. Sendo humanos, como Jesus foi, é que seremos divinos à semelhança do Pai. E, verdadeiramente irmãos uns dos outros e do Filho único, o Verbo encarnado. Quanto mais próximos das pessoas, mais perto do Deus de Jesus.
Que este Advento nos faça voltar à terra, à encarnação, à vida como ela é! Pois foi aí que Jesus assumiu a missão de anunciar com a vida o Reino do Pai.
Vem, Senhor Jesus! Amém.
Por: Padre Carlos A. Rocha
Como viver bem o tempo do Natal...
Ei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você.
Para onde vão todos?
Os shoppings estão lotados...
Crianças são arrastadas por pais apressados, em meio ao torvelinho...
Há uma correria generalizada...
Alimentos e bebidas são armazenados...
E os presentes, então? São tantos a providenciar...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Mas, qual é o motivo dessa correria?
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados... Abraços de ternura...
Mais gratidão... Mais carinho... Mais compaixão...
Talvez você nunca tenha notado que há pessoas que oferecem presentes por mero interesse...
Que há abraços frios e calculistas...
Que familiares se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
E quem vive sem caridade desconhece o encanto do mar que incessantemente acaricia a praia, num vai-e-vem constante...
Natal é fraternidade...
E a vida sem fraternidade é como um rio sem leito, uma noite sem luar, uma criança sem sorriso, uma estrela sem luz.
Mas o Natal também é união...
E a vida sem união é como um barco furado, um pássaro de asas quebradas, um navegante perdido no oceano sem fim.
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
E a vida sem amor é desabilitada para a paz, porque em sua intimidade não sopra a brisa suave do amanhecer, nem se percebe o cenário multicolorido do crepúsculo.
Viver sem a paz é como navegar sem bússola em noite escura... É desconhecer os caminhos que enaltecem a alma e dão sentido à vida.
Enfim, a vida sem amor... Bem, a vida sem amor é mera ilusão.
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre.
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você.
Para onde vão todos?
Os shoppings estão lotados...
Crianças são arrastadas por pais apressados, em meio ao torvelinho...
Há uma correria generalizada...
Alimentos e bebidas são armazenados...
E os presentes, então? São tantos a providenciar...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Mas, qual é o motivo dessa correria?
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados... Abraços de ternura...
Mais gratidão... Mais carinho... Mais compaixão...
Talvez você nunca tenha notado que há pessoas que oferecem presentes por mero interesse...
Que há abraços frios e calculistas...
Que familiares se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação.
Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!
E os sóbrios comentam: É louco!
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
E quem vive sem caridade desconhece o encanto do mar que incessantemente acaricia a praia, num vai-e-vem constante...
Natal é fraternidade...
E a vida sem fraternidade é como um rio sem leito, uma noite sem luar, uma criança sem sorriso, uma estrela sem luz.
Mas o Natal também é união...
E a vida sem união é como um barco furado, um pássaro de asas quebradas, um navegante perdido no oceano sem fim.
E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...
E a vida sem amor é desabilitada para a paz, porque em sua intimidade não sopra a brisa suave do amanhecer, nem se percebe o cenário multicolorido do crepúsculo.
Viver sem a paz é como navegar sem bússola em noite escura... É desconhecer os caminhos que enaltecem a alma e dão sentido à vida.
Enfim, a vida sem amor... Bem, a vida sem amor é mera ilusão.
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre.
TEMPO DE NATAL, Um tempo novo!
Chegamos a dezembro! É preciso abrir o coração para viver um tempo novo apresentado por Deus. Tempo de graça, tempo oportuno, tudo o que ficou para trás, precisa ser deixado no coração de Deus.
Durante esse “tempo de Natal,” Deus nos traz coisas novas. Podemos perceber isso nas novenas de natal, na liturgia, na preparação para as festas, nos enfeites natalinos, nos presentes comprados e naqueles oferecidos através das “sacolinhas” de natal, no gesto concreto do encerramento das novenas favorecendo os irmãos mais necessitados, nos presépios e na manjedoura vazia à espera do menino Deus. A partir destes e de outros sinais, Deus vai nos apontando realidades novas e, vai nos conduzindo por rumos aos quais antes não podíamos imaginar. “Isto é obra de Deus: admirável aos nossos olhos.”
Um coração que, nesse tempo, se abre inteiramente para receber e adorar a Deus, que se manifesta a nós sob a forma de um frágil menino, não perde a capacidade de se maravilhar diante desta obra de restauração que Ele realiza em nossas vidas, em nossa história. Não temos mais como parar. Não temos mais como envelhecer. Somos e seremos sempre novos quando nos abandonamos nas mãos de Deus.
Esse tempo especial, que chamamos tempo de Natal, nos convida não apenas a voltar nosso olhar para o passado e celebrar o aniversário do nascimento do Salvador, mas também nos convida a olhar o futuro: a segunda vinda de Cristo.
Ele veio uma 1ª vez humilde, nascido em uma gruta em Belém, para iniciar a obra da salvação. Virá uma 2ª vez, na glória, para concluir sua obra iniciada.
Por isso que esse é um tempo de preparação para o nosso encontro definitivo com Cristo. Encontro que deve ser não temido, mas, aguardado ansiosamente. Encontro da Noiva com o Esposo, com o Amado. Vale lembrar a letra daquela bela melodia que diz: “Vigia esperando a aurora, qual noiva esperando o amor. É assim que o céu espera. A vinda do seu Senhor!”
O Céu espera a vinda do seu Senhor. E nós, cristãos de hoje, o que fazemos neste tempo de natal em que esperamos a vinda do Salvador? Somos gratos pela vida que é um dom que Ele nos deu? O que fazemos com esses dons?
Muito se alegrará o Senhor se durante este tempo nos colocarmos à serviço dos irmãos (ãs), fazendo com que também eles recebam de presente do menino Jesus, vida nova e esperança. Cabe a nós propagar a Alegria do Evangelho a todos que encontrarmos nesta caminhada rumo ao Natal do Senhor. Natal é o dia da graça, dia de cantar as maravilhas do Senhor, pois Nasceu para nós Jesus, o nosso Salvador!
Feliz Natal!
Por: Isabel Pegoraro
Reflexão - A fábula das Três Árvores
Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas, disse: "Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada."
A segunda olhou para o riacho e suspirou: " Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas. "A terceira árvore olhou o vale e disse: " quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus. "Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores pouco ecológicos e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo com que sonhavam. Mas, lenhadores não costumam ouvir e nem entender sonhos!... Que pena! A Primeira árvore acabou sendo transformada num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias. E a terceira, mesmo sonhado em ficar no alto da montanha, acabou cortada em altas vigas e colocada de lado em um depósito. E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes: "Para que isso?"
Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném recém-nascido naquele cocho de animais.
E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo...
A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem se levantou e disse: "Paz"! E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra. Tempos mais tarde, numa Sexta-Feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de Cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel. Mas, logo no Domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu Filho Jesus Cristo ao olharem para ela.
DIZIMO
Devolver o Dízimo é um ato de Fé e de Amor para com Deus e para com nossos irmãos necessitados.
Eu não sabia o significado da palavra Dízimo em minha vida, pois ainda não havia a Pastoral do Dízimo em nossa comunidade. Foi então que surgiu um grupo de pessoas que, juntamente com o Padre, decidiram formar esta Pastoral enquanto ainda éramos comunidade. Fui convidada a fazer parte dela, onde atuo até hoje, tornando-me também uma dizimista. Em 2007 passei a ser a coordenadora dessa Pastoral.
Como dizimista eu recebi muitas graças de Deus e de São Judas Tadeu, já como coordenadora eu aprendi a ser uma pessoa mais comprometida com a Comunidade. Muita coisa mudou em minha vida desde então, passei a participar mais assiduamente das formações litúrgicas e das reuniões, onde aprendi a evangelizar as pessoas. Hoje a nossa comunidade se tornou Paróquia e tem como Pároco o Padre Daniel Roberto da Silva, que está sempre ao nosso lado, caminhando conosco, nos orientando e ensinando. É muito gratificante trabalhar nesta Pastoral, em comunhão com Deus e com nossa Mãe Maria que também caminha conosco. Eu louvo e agradeço a Deus por fazer parte dessa Paróquia. Agradeço imensamente por todos os(as) dizimistas que deram e continuam dando a Deus uma parte do fruto de seus trabalhos.
Durante todo o ano de 2014, contamos com a sua contribuição, caro dizimista, e esperamos estar juntos novamente em 2015. Aguardaremos também por você, querido Paroquiano, que ainda não é dizimista, para juntos construirmos uma comunidade mais fraterna.
Um feliz Natal e um Próspero Ano Novo cheio de calor humano e generosidade. Deus os abençoe.
São Judas Tadeu, rogai por nós.
Por: Clarice D.M. Ribeiro Silvino
Reflexão - O Vôo da renovação - A história da Águia...
Realmente é uma historia de sobrevivência e renovação e grande aprendizado.
A História da Águia é bem conhecida, mas vale a pena uma constante reflexão. A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos. Mas para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.
Aos 40 anos ela está com:
• As unhas compridas e flexíveis, não conseguem mais agarrar as suas presas das quais se alimenta.
• O bico alongado e pontiagudo se curva.
• Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das pernas, e voar é tão difícil.
Então a águia só tem duas alternativas :
• Morrer
• Ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar.
Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas.
E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor.
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.
Basílica de Latrão
O que é a Basílica do Latrão? É a Sé Catedral da cidade de Roma,
que foi construída entre os anos de 314 e 335 e fundada pelo Papa Melquíades na
propriedade oferecida e doada para esse fim pelo imperador Constantino, ao lado
do Palácio Lateranense. Mas, porque se chama Basílica do Latrão? Porque esta
Basílica foi construída no terreno “dei
Laterani”, ou seja, da família proprietária da chácara, herdada
pela mulher de Constantino, o Imperador Romano, que a doou ao Papa.
Esta Basílica tem um significado muito especial para a
cristandade: lá foram celebrados os cinco Concílios Ecumênicos. Diz a tradição
da Santa Igreja que o aniversário de sua dedicação, celebrado originalmente só
em Roma, comemora-se em todas as comunidades do rito romano com a finalidade
maior de enaltecer o ministério petrino do Sumo Pontífice que de sua Basílica
Patriarcal preside na caridade a única Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo que
congrega, por seu gesto primacial, todas as Igrejas de todo o orbe. A Basílica
de Latrão, portanto, é a Mãe de todas as Igrejas de todo o mundo católico.
Até a construção do Vaticano o Santo Padre morava no Palácio
Lateranense que é anexo a Basílica de mesmo nome. Portanto a Basílica do Latrão
é a Catedral do Papa em Roma, é a Igreja que é a Mãe e cabeça de todas as
Igrejas.
A Basílica do Latrão tem como padroeiro principal o Santíssimo
Salvador. Tem como dois co-patronos, São João Batista, celebrado a 24 de junho
e São João Evangelista, celebrado a 27 de dezembro. Dois homens que caminharam
nas estradas da salvação. João Batista, o precursor, aquele que preparou os
caminhos para Jesus anunciando que Outro viria batizar com o Espírito Santo,
porque ele batizava com água. São João Evangelista, o apóstolo bem amado, o último
apóstolo a morrer e com a sua morte se considera fechada às portas das
revelações e dos ensinamentos bíblicos do Novo Testamento. Por isso mesmo o
povo de Roma conhece a Basílica celebrada hoje como a Basílica de “São
João do Latrão”.
DEO OPTIMO MÁXIMO, ou seja, A
DEUS OTIMO E MÁXIMO celebramos a festa de hoje. Dedicada a Deus ótimo e máximo
a Basílica de Latrão quer interpelar em cada um de nós um compromisso
evangelizador renovado de profundo amor e seguimento a Nosso Senhor e Divino
Salvador Jesus Cristo e a Sua Igreja. Não há Igreja no mundo que não seja
dedicada a DEUS O SALVADOR. Todas as Igrejas, evidentemente são dedicadas a um
Santo ou a uma Santa que viveram a radicalidade do Evangelho e servem-se como
luzeiros na nossa caminhada de fé e de esperança cristã. Mas, estes santos
viveram a sua vida, dedicaram a sua vida a DEUS ÓTIMO E MÁXIMO.
Todos nós participamos a cada domingo da celebração da liturgia
eucarística que, via de regra, é celebrada dentro de uma Catedral, de uma
Basílica, de uma Matriz, de uma Capela Filial, de um Oratório, de um Orago, de
um centro comunitário, de uma praça ou no próprio logradouro público. A Igreja,
esta Igreja como templo em que estamos dentro é o edifício pelo qual todos nós
nos reunimos para adorar a DEUS ÓTIMO E MÁXIMO, ao Divino Salvador.
Assim, rezemos, pois, elevando nossos pensamentos ao Senhor da
Vida para que a Igreja que peregrina no mundo, a partir do primado da Caridade
de Bento XVI, que da Catedral Lateranense a todos abençoe a congrega na
unidade, para que possamos todos cantar as alegrias eternas neste vale de
lágrimas, aonde a justiça, a paz, a concórdia, a misericórdia e a acolhida
fraternal sejam a nota de júbilo e louvor ao DEUS ÓTIMO E MÁXIMO que se
consagra a Basílica do Latrão e que, diuturnamente, se consagra à vida de cada
um dos cristãos. Amém!
DIA DE TODOS OS SANTOS
Essa celebração teve origem em
Antioquia no Oriente no século IV, e foi introduzida no Ocidente em Roma no
século VI.
Várias foram as
razões para realizar essa festa: resgatar a
lembrança daqueles cujo nomes foram omitidos por falta de documentos e que
somente são conhecidos por Deus, alcançar, por sua intercessão, as graças de
que necessitamos e ter sempre presente esses modelos de conduta, a fim de
imitá-los.
Deus prometeu de fato dar a eterna
bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que
têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos
pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o
ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa pública e da humilhação. Hoje
todos esses Santos que tiveram fé na promessa de Cristo, a despeito das fáceis
seduções do mal e das aparentes derrotas do bem, alegram-se e exultam pela
grande recompensa dada por um Rei incompreensivelmente misericordioso e gênero,
DEUS. Os Santos são amigos eficazes, pois a vontade deles e totalmente
semelhante à de Deus, manifestada em Cristo, único Senhor deles e nosso.
Essa celebração presta homenagem
também a todos os Santos desconhecidos, sem nome, que pareceram presença inútil
no mundo, mas que carregaram em silêncio a marca do Filho do homem, ou seja a
cruz. Para Deus, os Santos são amados todos do mesmo modo, pois o que conta não
é a irradiação do testemunho dado na terra pelo mais lembrado ou pelo mais
escondido deles, mas a fidelidade e o amor que somente Deus conhece.
Esta festa quer homenagear a multidão
dos Santos que estão na glória de Deus e são para todos nós motivo de imensa
alegria, pois são irmãos e irmãs nossos que souberam viver em Cristo e, pela
graça de Deus, alcançaram a plenitude da vida eterna.
Palavra do pároco para o mês de Outubro
Caríssimos e caríssimas de Deus um ótimo mês de outubro a todos. Como sabemos este mês é dedicado as missões: mês Missionário. No primeiro dia deste mês comemoramos o dia de Santa Terezinha do Menino Jesus, Virgem e Doutora da Igreja. Esta Santa é co-padroeira da nossa Paróquia, a qual comemora seu padroeiro no dia 28 deste mês. Outros Santos e Santas que podemos destacar deste mês são: São Francisco de Assis, dia 4; e Nossa Senhora da Conceição Aparecida, dia 12, padroeira do Brasil. Mas para nossa Paróquia neste mês festejamos o nosso padroeiro São Judas Tadeu, Apóstolo de Cristo. Estamos desde o mês passado nos organizando para que esta festa seja linda em todos os aspectos. Vamos ter quermesse todos os finais de semana. E o coração de nossas festividades vai ser a novena em louvor a São Judas Tadeu que começa no dia 19 de outubro e tem seu termino dia 27 de outubro, cada dia um sacerdote das paróquias de Araras irão celebrar a santa missa conosco. Contudo, o ápice de nossa festa será no dia 28 de outubro, o qual será celebrado com a presença de nosso Pastor Dom Vilson Dias de Oliveira. Quando a matriz se alegra todas as comunidades que compõem nossa Paróquia se alegram com a mesma. Desejo a todos que este mês de outubro seja um mês de nos fraternizarmos e solidarizarmos uns com os outros, demonstrando realmente laços de caridade e irmandade entre nós. A verdadeira missão e travada onde nos encontramos, isso é tão verdade pelo fato de Santa Terezinha ser proclamada a padroeira das missões sem sair do convento. Ela sempre falava pra viver o amor em todas as circunstâncias da vida, principalmente, nas pequenas coisas. Para evangelizar não preciso ir pra outro pais ou outro estado, basta apenas ser um discípulo missionário onde estou inserido. São Francisco dizia a seus confrades: "preguem, preguem se necessário com palavras". Percebemos que somos instrumento de Deus onde nos deixamos ser. Um ótimo mês de outubro a todos, fiquem com Deus. São Judas Tadeu rogai por nós.
Outubro mês das Missões
IRMÃO CANOSSIANO, CONSAGRADO PARA A MISSÃO
Irmão Daniel Anchieta - FdCC
A vocação à vida consagrada é dom de Deus que implica escolha, e só escolhe aquele que é livre, e só é livre quem é capaz de renunciar. O fundamento do poder escolher não é a posse de algo, mas a renúncia. O consagrado, o Irmão Canossiano, escolhe seguir Cristo, porque o seu ser estar livre para comprometer-se, e é comprometendo-se com o escolhido que ele exerce o seu ser livre, pois o compromisso é sua realização.
É Deus quem escreve nossa história, uma história imersa em seu mistério de amor, a qual de imediato nos custa compreender seu significado, devido aos diversos caminhos trilhados, mas no destinar-se de nossa história, não importa as linhas tortas em que foram escritas, e sim o sentido contido em cada linha traçada.
O Irmão Canossiano é chamado a ouvir a si mesmo e a ouvir a voz de Deus, em cada linha traçada em sua vida. E esta voz de Deus, o faz ouvir o apelo do mundo, e ouvir o apelo do mundo é ouvir o apelo dos outros, e somente quem é capaz de ouvir os outros torna-se capaz de ser porta-voz. E porta-voz é aquele que tem o poder de dizer, e poder de bem dizer aos outros.
É sendo porta voz de quem não tem voz, nos mais diversos contextos, que não estritamente, no ambiente eclesial, que o Irmão Canossiano vive sua missão, ou como se diz na Regra de Vida dos Filhos da Caridade, seu apostolado.
O início da Congregação dos Filhos da Caridade Canossianos, fundada por Santa Madalena de Canossa, em 1831, na cidade de Veneza (Itália), por um longo tempo foi representada somente por Irmãos. Somente após quase 100 anos de seu desenvolvimento surgiram as primeiras vocações sacerdotais. Isto faz perceber que a figura do Irmão Canossiano é a memória viva de um passado, rico de simplicidade e humildade de vida, de disponibilidade total a Deus e de serviço de amor aos irmãos, a qual se atualiza naqueles que são continuadores desta missão.
O Irmão Canossiano é um consagrado Educador. Vive seu ministério dedicando-se à formação de lideranças cristãs, nas paróquias, nas obras de caridade e sociais, desenvolvidas pelo Instituto Canossiano. Sua principal missão é exercida no Oratório, espaço educativo, ambiente de vida, rico de humanidade, de familiaridade, de alegria e de “sentir” cristão, voltado particularmente para crianças, adolescentes e jovens, sobretudo os mais pobres e excluídos, os quais vivenciam uma experiência de Comunidade.
Diante de um cenário marcado pela pluralidade, de constantes mudanças sociais e culturais, os Irmãos Canossianos, percebem a importância de atualizarem-se frequentemente, para aperfeiçoar as ações pastorais, sociais e caritativas, de modo que sejam efetivas e significativas. Por isso, além da formação acadêmica de Filosofia e Teologia, profissionalizam-se, em Serviço Social, Psicologia, Pedagogia, cursos de especialização e pós-graduação, a fim de buscar novas formas de evangelização, diálogo e aproximação, nos diversos contextos sociais que exercem sua missão.
O Irmão Canossiano é consagrado para a Missão. E, por isso, dispõe sua vida ao serviço da humanidade, a fim de continuar a missão de Sta. Madalena de Canossa, de tornar Cristo conhecido e amado, o Amor Maior de sua vida, que o faz ser um dom de amor para o mundo.
Irmão Daniel Anchieta - FdCC
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